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Instabilidade retorna ao RS nesta quarta-feira com risco de temporais e vento forte


Previsão aponta chuva em diversas regiões e alerta para possibilidade de tempestades, sobretudo no Noroeste e Oeste

Depois de uma sequência de dias com predomínio de tempo firme, o Rio Grande do Sul deve registrar mudança nas condições meteorológicas a partir desta quarta-feira, 4 de março. A alteração no cenário climático prevê o avanço de áreas de instabilidade, com ocorrência de chuva em diferentes pontos do Estado e possibilidade de temporais, conforme indicam os serviços de meteorologia.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informa que há risco de tempestade em todo o território gaúcho, com maior atenção voltada para o Noroeste e parte do Oeste. Nessas áreas, os volumes de precipitação podem ser mais expressivos.

Segundo a Climatempo, o aumento da nebulosidade ocorre já nas primeiras horas do dia, com chance de chuva no Oeste e na região das Missões durante a manhã. No decorrer da tarde, as instabilidades devem avançar para a Campanha, Noroeste e parte da região Central. Há previsão de pancadas de intensidade moderada a forte em pontos isolados, acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento que podem atingir 60 km/h.

Na Região Metropolitana e nos Vales, a expectativa é de chuva mais concentrada entre o fim da tarde e a noite. No Sul do Estado, o tempo tende a variar, com alternância entre períodos de sol e episódios de precipitação.

Antes da chegada das áreas de instabilidade, as temperaturas devem se elevar, especialmente no Oeste e no Noroeste, onde as máximas podem alcançar 37ºC. Nas demais regiões, o calor combinado à umidade mantém a sensação de abafamento ao longo do dia.

A quinta-feira, 5 de março, ainda deve apresentar reflexos desse cenário. A previsão aponta intervalos de melhoria, mas com manutenção do padrão típico de verão, marcado por calor e alta umidade, fatores que favorecem a formação de novas pancadas de chuva, principalmente a partir da tarde. A precipitação tende a ser mais frequente no Oeste, nas Missões e na Campanha, enquanto nas demais áreas o comportamento deve ser mais irregular, com registros isolados ao longo do dia.

Foto: Reprodução

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