Brigitte Bardot morre aos 91 anos e deixa legado no cinema e na proteção animal
Ícone do cinema e ativista animal, Brigitte Bardot deixa legado artístico e compromisso com a proteção dos animais aos 91 anos
A atriz francesa Brigitte Bardot, ícone do cinema mundial, morreu neste domingo, 28, aos 91 anos, conforme comunicado da Fundação Brigitte Bardot, instituição que ela criou em 1986 para a defesa dos direitos dos animais. A causa da morte não foi divulgada, e o local do falecimento também não foi informado.
Bardot ganhou notoriedade internacional em 1956 ao estrelar E Deus Criou a Mulher, de Roger Vadim, seu primeiro marido. O papel de Juliette transformou-a em um símbolo de sensualidade e liberdade, consolidando sua carreira cinematográfica, que incluiu mais de 50 filmes, entre eles O Desprezo (1963). Seu estilo de vestir simples e elegante influenciou gerações e ajudou a definir padrões de moda e comportamento da época.
Na década de 1970, a atriz decidiu abandonar as telas para dedicar-se integralmente à proteção animal, criando a Fundação Brigitte Bardot, reconhecida como entidade de utilidade pública na França. Nos últimos anos, Bardot também se envolveu em controvérsias devido a declarações sobre política, imigração e caça, que resultaram em algumas condenações por difamação.
Em entrevistas recentes, a atriz ressaltou seu desejo por uma vida tranquila e próxima à natureza, vivendo no sul da França entre suas residências e cuidando de animais. Com a morte de Bardot, o cinema perde uma das figuras mais emblemáticas do pós-guerra, enquanto a causa animal perde uma de suas defensoras mais conhecidas e engajadas.
Foto: Eric Feferberg / AFP / Reprodução
Reviewed by Acontece no Vale
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dezembro 28, 2025
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