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Estado prevê investimento de R$ 5 milhões para recuperar ponte entre Encantado e Muçum


Enquanto obra avança, governo contratará embarcação para garantir travessia de pedestres pelo Rio Guaporé a partir da próxima semana

O Governo do Rio Grande do Sul prevê investimento de R$ 5 milhões na recuperação da ponte da ERS-129 sobre o Rio Guaporé, entre Encantado e Muçum. Enquanto a estrutura permanece interditada, o Estado anunciou uma alternativa emergencial para restabelecer a ligação entre as duas comunidades: a contratação de uma embarcação exclusiva para a travessia de pedestres.

O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa virtual pelo secretário de Logística e Transportes, Clóvis Magalhães, e pelo diretor-presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), Luis Fernando Vanacôr.

O valor de R$ 5 milhões será destinado à recuperação do pilar danificado da ponte, e não à contratação da embarcação. O contrato para execução dos trabalhos foi assinado nesta semana com o consórcio responsável pela intervenção.

Embarcação começa a ser preparada nesta sexta

A embarcação será deslocada para a região nesta sexta-feira, 12. A partir da chegada, serão iniciados os trabalhos de montagem das estruturas de embarque e desembarque. A previsão é que a travessia comece a funcionar na próxima semana.

Segundo o governo estadual, a embarcação está regularizada junto à Marinha do Brasil e atende aos requisitos de segurança necessários para a operação.

A medida busca reduzir os impactos provocados pela interdição da ponte, especialmente para moradores que precisam se deslocar diariamente entre Encantado e Muçum.

Travessia será mantida durante as obras

A operação da embarcação deverá permanecer ativa até a conclusão da recuperação da ponte. Dessa forma, enquanto os R$ 5 milhões investidos na recuperação da estrutura são aplicados na obra, a população terá uma alternativa de travessia pelo Rio Guaporé.

A recuperação do pilar é necessária para que, posteriormente, a ponte possa voltar a desempenhar sua função na ligação rodoviária entre os dois municípios. Até lá, a travessia aquaviária deverá atender exclusivamente ao deslocamento de pedestres.

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