Passarela de pedestres na Ponte da Barra do Guaporé volta a gerar preocupação após denúncias de moradores
A situação da passarela de pedestres instalada junto à ponte da Barra do Guaporé, na ERS-129, voltou a ser alvo de preocupação da comunidade. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o estado de conservação da estrutura e aponta problemas que, segundo moradores, podem colocar em risco quem utiliza o local diariamente para atravessar entre Muçum e a comunidade da Barra do Guaporé, em Encantado.
As imagens reforçam uma denúncia feita anteriormente pela mesma autora, que já havia registrado as condições da passarela em abril deste ano. Três meses depois, conforme a nova publicação, a situação permanece sem intervenções visíveis, o que motivou novas críticas e questionamentos sobre a falta de manutenção preventiva.
A passarela foi implantada há poucos anos justamente para oferecer mais segurança aos pedestres, separando o fluxo de pessoas do trânsito intenso de veículos na ponte da ERS-129. A estrutura passou a ser considerada essencial para moradores, trabalhadores, estudantes e ciclistas que utilizam diariamente a travessia entre os dois municípios.
No entanto, de acordo com o vídeo divulgado, o equipamento apresenta sinais de deterioração, incluindo parafusos soltos e outros pontos que levantam dúvidas sobre a segurança da estrutura. Moradores alertam que, caso os problemas não sejam corrigidos rapidamente, existe o receio de que ocorram acidentes envolvendo usuários da passarela.
A preocupação aumenta pelo fato de a travessia ser utilizada diariamente por um grande número de pessoas. Nas redes sociais, internautas cobram providências urgentes e defendem uma vistoria técnica para avaliar as condições da estrutura e realizar os reparos necessários antes que a situação se agrave.
O trecho da ERS-129 é administrado pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), enquanto o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) também atua em ações relacionadas à infraestrutura rodoviária estadual. Até o momento, não havia manifestação oficial dos órgãos responsáveis sobre as condições apontadas no vídeo.
Foto: Reprodução

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