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Semana de Tiradentes terá alternância entre chuva e tempo firme no RS

 

Instabilidade retorna já na segunda-feira e temperaturas seguem amenas

A semana do feriado de Tiradentes será marcada por mudanças frequentes no tempo em Rio Grande do Sul. A previsão indica períodos de instabilidade intercalados com momentos de melhora, além de temperaturas típicas do outono, com maior sensação de frio nas madrugadas e noites.

Após um fim de semana com predomínio de sol e variação acentuada de temperatura, a segunda-feira, 20, inicia com alterações no padrão climático. As primeiras pancadas de chuva devem atingir a região Oeste ainda durante a madrugada, avançando ao longo do dia para outras áreas, especialmente a metade sul e o noroeste do Estado. A manhã tende a ser mais amena, enquanto a tarde deve registrar elevação nas temperaturas, com sensação de abafamento e máximas próximas dos 30°C.

Na terça-feira, 21, feriado, a instabilidade se espalha por todo o território gaúcho devido à passagem de uma frente fria. Conforme o Centro de Pesquisas e Previsões Meteorológicas da Universidade Federal de Pelotas, os volumes de chuva não devem ser elevados na maior parte das regiões. Ao final do dia, o tempo começa a melhorar, principalmente nas áreas próximas à fronteira com o Uruguai, com a entrada de ar mais seco.

A quarta-feira, 22, marca a retomada gradual do tempo firme, inicialmente na metade sul e, posteriormente, nas demais regiões. Mesmo assim, não estão descartadas ocorrências isoladas de chuva. Já na quinta-feira, 23, o predomínio será de céu com pouca nebulosidade, com temperaturas mais baixas, especialmente em cidades da Serra. Em Porto Alegre, os termômetros devem variar entre 17°C e 22°C.

Na sexta-feira, 24, novas áreas de instabilidade podem se formar, principalmente na metade norte do Estado, enquanto o sul deve manter tempo estável. As temperaturas máximas tendem a permanecer mais baixas, reforçando a sensação de clima ameno.

Segundo o CPPMet, os volumes de chuva previstos para a semana devem ficar dentro ou abaixo da média na maior parte do Estado, com exceção de áreas do Oeste e Noroeste, onde os acumulados podem ser mais significativos. 

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