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Disputa ao Senado no RS começa fragmentada e com grande indefinição do eleitorado


Levantamento indica liderança isolada, mas maioria ainda pode mudar de voto

A corrida pelas duas vagas ao Senado pelo Rio Grande do Sul em 2026 começa sem um cenário consolidado. Pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 30, revela um quadro pulverizado entre os pré-candidatos e um alto número de eleitores que ainda não definiram seu voto.

No primeiro cenário apresentado aos entrevistados, Manuela D’Ávila (PSOL) aparece na dianteira com 14%. Germano Rigotto (MDB) vem logo atrás, com 12%. Paulo Pimenta (PT) e Marcel Van Hattem (Novo) somam 9% cada, seguidos por Ubiratan Sanderson (PL), com 7%. Frederico Antunes (PSD) registra 2%, enquanto Cláudio Diaz (PSDB) aparece com 1%. Neste recorte, 28% dos eleitores não souberam apontar um nome, e 18% indicaram intenção de votar em branco, anular ou se abster.

Em um segundo cenário, com variação na lista de nomes, Manuela mantém a liderança, agora com 13%, enquanto Rigotto permanece com 12%. Paulo Pimenta sobe para 10%, Marcel Van Hattem segue com 9% e Sanderson aparece com 6%. Frederico Antunes registra 3%. O índice de indecisos continua em 28%, e os votos em branco, nulos ou abstenções chegam a 19%.

Outro dado relevante do levantamento é o nível de definição do eleitorado: apenas 37% afirmam já ter uma escolha definitiva para o Senado. A maioria, 62%, admite que pode rever a decisão até o período eleitoral, o que indica margem para mudanças ao longo da campanha.

A pesquisa ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 28 de abril. Encomendada pela Genial Investimentos, ela tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RS-03000/2026.

Foto: Reprodução

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