Corsan/Aegea afirma que serviços e tarifas em Encantado seguem a legislação após questionamentos
A Corsan/Aegea se manifestou oficialmente sobre questionamentos envolvendo o serviço de esgotamento sanitário em Encantado, reforçando que todas as atividades realizadas no município estão em conformidade com a legislação vigente. A nota foi divulgada na terça-feira, 21, após recomendação do Ministério Público do Rio Grande do Sul para suspensão do contrato e de cobranças relacionadas ao serviço.
No comunicado, a companhia afirma que os serviços prestados, os prazos estabelecidos e as tarifas aplicadas, incluindo a taxa de disponibilidade da rede de esgoto, seguem normas legais e são fiscalizados por agências reguladoras. A empresa também ressaltou que mantém diálogo permanente com órgãos públicos e que irá prestar todos os esclarecimentos necessários sobre o tema.
A Corsan reconhece que eventuais problemas pontuais podem ocorrer na prestação dos serviços, mas garante que as situações são analisadas e corrigidas sempre que registradas por meio dos canais oficiais de atendimento.
No mesmo posicionamento, a companhia destacou o plano de investimentos em saneamento no estado, considerado o maior já realizado no Rio Grande do Sul. A meta é ampliar a cobertura de coleta e tratamento de esgoto até 2033, conforme previsto no marco legal do setor.
Para Encantado, está previsto um aporte de cerca de R$ 17 milhões a partir de 2026, com a ampliação da rede de esgoto em 24 quilômetros, implantação de estações de bombeamento e construção de uma nova unidade de tratamento. A expectativa é beneficiar aproximadamente 2,5 mil residências.
Além disso, a empresa informou que também realiza melhorias no sistema de abastecimento de água do município, com investimentos estimados em R$ 2,2 milhões. Entre as ações já executadas está a perfuração de um poço tubular profundo, que deve reforçar o fornecimento em diversos bairros assim que entrar em operação. Outras intervenções incluem substituição de adutoras, instalação de válvulas e melhorias na rede de distribuição.
Foto: Divulgação

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