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RS contabiliza 7,6 mil registros de desaparecimento em 2025, aponta Sinesp


Média diária chega a 20 ocorrências; Estado tem o terceiro maior número do país

O Rio Grande do Sul acumulou 7.611 registros de pessoas desaparecidas ao longo de 2025, conforme dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), vinculado ao Ministério da Justiça. O volume equivale a uma média aproximada de 20 comunicações por dia, ou quase um caso por hora.

No comparativo nacional, o Estado aparece na terceira posição em número absoluto de registros, atrás de São Paulo, com 20.546 ocorrências, e de Minas Gerais, que soma 9.139 casos. O Paraná ocupa o quarto lugar, com 6.455 notificações.

O levantamento considera toda comunicação formalizada junto às autoridades policiais informando o desaparecimento de uma pessoa. As ocorrências abrangem situações variadas, como ausências voluntárias, episódios relacionados a crimes e casos envolvendo pessoas desorientadas, especialmente idosos que deixam suas residências sem informar familiares.

Os dados que alimentam o sistema federal são enviados pelas secretarias estaduais de segurança pública, responsáveis pelo registro inicial das ocorrências. No Rio Grande do Sul, os casos podem ser comunicados à Brigada Militar, pelo telefone 190, à Polícia Civil, pelo 197, ou ainda pelo Disque-Denúncia, no 181. Também é possível procurar uma delegacia presencialmente para formalizar o boletim.

As autoridades reforçam que não há prazo mínimo para registrar o desaparecimento. A orientação é que a comunicação seja feita imediatamente após a constatação da ausência. Informações sobre pessoas procuradas podem ser consultadas no site da Polícia Civil e no Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas.

Foto: Polícia Civil / Reprodução

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