Novas regras para ciclomotores e bikes elétricas começam em 2026 e devem mudar rotina de milhares de usuários
Fiscalização passa a exigir CNH, capacete e emplacamento em parte dos veículos; Contran redefine categorias e estabelece critérios técnicos
A partir de janeiro de 2026, ciclomotores, bicicletas elétricas e veículos autopropelidos, como patinetes, skates motorizados e até cadeiras de rodas com propulsão elétrica, passarão a seguir um conjunto de regras mais rígido em todo o país. As normas foram definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e trazem novas exigências de segurança, definição de categorias e requisitos de habilitação.
A mudança mais significativa envolve os ciclomotores, que passam a exigir CNH categoria A ou ACC, além do uso obrigatório de capacete e emplacamento. Estados poderão regulamentar aspectos adicionais, como a cobrança de IPVA, já prevista no Rio de Janeiro.
Como ficam as classificações
O Contran organizou critérios técnicos para diferenciar cada tipo de veículo:
Alguns veículos ficam fora das novas regras, como equipamentos de uso exclusivo em competições, modelos off-road e dispositivos destinados à locomoção de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Penalidades e fiscalização
A partir de 2026, a fiscalização passará a seguir integralmente esse novo conjunto de normas, que busca organizar a circulação dos veículos leves motorizados e aumentar a segurança em vias urbanas e rodovias.
Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil / Reprodução

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