IBGE divulga nova estimativa populacional: Brasil chega a 213,4 milhões de habitantes
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quinta-feira, 28, sua nova estimativa populacional. O levantamento aponta que, em 1º de julho de 2025, o Brasil conta com 213.421.037 habitantes, um crescimento de 0,39% em relação ao dado anterior, divulgado em agosto de 2024, quando a população era de pouco mais de 203 milhões.
Entre os estados, São Paulo segue como o mais populoso, com 46.081.801 moradores, número superior à soma dos demais estados do Sudeste. Na outra ponta do ranking, Roraima aparece como o estado com menor população, totalizando 738.772 pessoas. Apesar disso, foi a unidade da federação que registrou o maior crescimento proporcional, com aumento de 3,07% em um ano.
No Sul, o Rio Grande do Sul atingiu 11.233.263 habitantes, praticamente estável em relação a 2024, com variação de apenas 0,03%. Já Alagoas teve a menor expansão populacional do país, com crescimento de 0,02%, o que representa cerca de 744 pessoas a mais.
O Brasil apresenta uma população distribuída de forma bastante desigual entre as unidades da Federação. São Paulo concentra o maior número de habitantes, com 46.081.801 pessoas, seguido por Minas Gerais (21.393.441), Rio de Janeiro (17.223.547) e Bahia (14.870.907). Em seguida vêm Paraná (11.890.517) e Rio Grande do Sul (11.233.263). Pernambuco tem 9.562.007 habitantes, Ceará 9.268.836 e Pará 8.711.196. Já Santa Catarina reúne 8.187.029 moradores, Goiás 7.423.629 e Maranhão 7.018.211. No grupo intermediário aparecem Paraíba (4.164.468), Espírito Santo (4.126.854), Amazonas (4.321.616) e Mato Grosso (3.893.659). Entre os estados menores em população estão Rio Grande do Norte (3.455.236), Piauí (3.384.547), Alagoas (3.220.848), Distrito Federal (2.996.899) e Mato Grosso do Sul (2.924.631). Sergipe tem 2.299.425 habitantes, Rondônia 1.751.950 e Tocantins 1.586.859. Os estados com menor contingente populacional são Amapá (806.517), Acre (884.372) e Roraima (738.772).
De acordo com o IBGE, os dados atualizados ajudam a compreender as mudanças demográficas do país e servem de referência para políticas públicas, investimentos e planejamento em áreas como saúde, educação e infraestrutura.
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil / Reprodução

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